Estima-se que a infertilidade possa afetar entre 10 e 30% dos casais em idade fértil. Apesar do aumento da divulgação dos tratamentos disponíveis, apenas 43% dos casais inférteis buscam tratamento e apenas 24% buscam tratamento especializado. Menos de 2% usam fertilização in vitro ou outras tecnologias reprodutivas assistidas. As mulheres com maior tendência a procurar tratamento especializado têm 30 anos de idade ou mais.
Os fatores de risco para a infertilidade, como história de doença inflamatória pélvica, uso de dispositivo intra-uterino ou cirurgia pélvica devem ser revistos pelo médico. Uma associação entre a idade da mulher e a redução da fecundibilidade tem sido bem documentada. Aproximadamente 30% dos casais em que a parceira tem de 35 a 44 anos são inférteis. À medida que uma mulher aproxima-se da menopausa, as probabilidades de gravidez bem-sucedida diminuem ainda mais.
As causas mais comuns da infertilidade feminina são os problemas ovarianos (30-40%), endometriose (6%), fatores cervicais (5%), fatores tubários (30-50%), fator uterino (10-20%), fator peritoneal (11%), fatores coital e vaginal (5%), fatores imunológicos (20%) e infertilidade sem causa aparente (20%). Como diagnóstico para os distúrbios a serem analisados, pode-se citar a utilização da histerossalpingografia, ultra-som, histeroscopia, dosagens hormonais, biópsia do endométrio, laparoscopia, teste pós-coito, dentre outros, dependentes do fator envolvido, ainda incluindo a história clínica e o exame clínico, indispensáveis para o diagnóstico.
O tratamento da esterilidade conjugal pode ser dividido em dois grandes grupos: o tratamento clássico e a fertilização assistida, onde, para se efetuar um bom tratamento é necessário um bom diagnóstico. No geral, é apropriado que o casal procure assistência médica com especialistas em reprodução humana após 12 meses de tentativa sem que ocorra gestação.
Os fatores de risco para a infertilidade, como história de doença inflamatória pélvica, uso de dispositivo intra-uterino ou cirurgia pélvica devem ser revistos pelo médico. Uma associação entre a idade da mulher e a redução da fecundibilidade tem sido bem documentada. Aproximadamente 30% dos casais em que a parceira tem de 35 a 44 anos são inférteis. À medida que uma mulher aproxima-se da menopausa, as probabilidades de gravidez bem-sucedida diminuem ainda mais.
As causas mais comuns da infertilidade feminina são os problemas ovarianos (30-40%), endometriose (6%), fatores cervicais (5%), fatores tubários (30-50%), fator uterino (10-20%), fator peritoneal (11%), fatores coital e vaginal (5%), fatores imunológicos (20%) e infertilidade sem causa aparente (20%). Como diagnóstico para os distúrbios a serem analisados, pode-se citar a utilização da histerossalpingografia, ultra-som, histeroscopia, dosagens hormonais, biópsia do endométrio, laparoscopia, teste pós-coito, dentre outros, dependentes do fator envolvido, ainda incluindo a história clínica e o exame clínico, indispensáveis para o diagnóstico.
O tratamento da esterilidade conjugal pode ser dividido em dois grandes grupos: o tratamento clássico e a fertilização assistida, onde, para se efetuar um bom tratamento é necessário um bom diagnóstico. No geral, é apropriado que o casal procure assistência médica com especialistas em reprodução humana após 12 meses de tentativa sem que ocorra gestação.
Já é plenamente conhecido que a idade cronológica, simplesmente, não espelha com fidelidade a função ovariana. Uma avaliação mais detalhada pode ser realizada pela história clínica de ciclos menstruais regulares, pelas provas que comprovam indiretamente o mecanismo ovulatório normal e mais recentemente pela análise dos níveis do hormônio folículo estimulante (FSH) e do hormônio luteinizante (LH).
À medida que os níveis de FSH aumentam e uma mulher aproxima-se da menopausa, as probabilidades de gravidez bem-sucedida diminuem ainda mais. Outro fator que contribui para a diminuição da fecundidade em mulheres em idade reprodutiva mais avançada é o aumento do risco de abortamento espontâneo. Este aumento da taxa de abortamento, associado à redução da taxa de concepção, reduz significativamente a probabilidade de se obter um nascido vivo para mulheres com mais de 40 anos de idade.
O que vem ocorrendo é o aumento da procura por serviços que tratam dos problemas da fertilidade. Este aumento pode ser devido a vários fatores como, por exemplo, elevação das
taxas de doenças sexualmente transmissíveis e toxinas no meio ambiente; anticoncepcionais efetivos e mudanças no comportamento da mulher postergando a época para ter seus filhos, aumentando assim as chances de contrair uma moléstia inflamatória pélvica ou outras doenças como a endometriose, além da queda natural da fertilidade com o passar dos anos.
O que vem ocorrendo é o aumento da procura por serviços que tratam dos problemas da fertilidade. Este aumento pode ser devido a vários fatores como, por exemplo, elevação das
taxas de doenças sexualmente transmissíveis e toxinas no meio ambiente; anticoncepcionais efetivos e mudanças no comportamento da mulher postergando a época para ter seus filhos, aumentando assim as chances de contrair uma moléstia inflamatória pélvica ou outras doenças como a endometriose, além da queda natural da fertilidade com o passar dos anos.

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