18 de fev. de 2014

Dicas para preparar a mala de maternidade

Ao passar do sexto mês de gestação, é hora de começar a fazer as malas para levar na maternidade.


Para ajudá-la nestas tarefas, montamos as listas do que é preciso levar para a maternidade, tanto para a mamãe quanto para o bebê.

Mala de maternidade para a mamãe

- Camisolas e pijamas devem ter abertura para amamentação.
- Não se esqueça das lembrancinhas e do enfeite de porta, se você planeja tê-los no quarto.
- Fotos serão inevitáveis. Se você é vaidosa, leve maquiagem.
- Uma lista com os nomes e contatos das pessoas a serem avisadas do nascimento pode facilitar bastante passar a notícia.

Itens da mala da maternidade para as mães:
  • 3 pijamas ou camisolas
  • 1 chinelo de borracha
  • 5 calcinhas
  • 3 sutiãs com abertura
  • 1 roupa para deixar a maternidade – um vestido ou uma calça e blusa
  • escova e pasta de dentes
  • escova de cabelo
  • desodorante
  • xampu e condicionador
  • sabonete
  • absorvente
  • elásticos
  • maquiagem
 Também não se esqueça:
  • enfeite de porta e lembrancinhas
  • nomes e contatos dos parentes e amigos a serem avisados
  • documentos exigidos pelo hospital
  • câmera fotográfica e filmadora

Mala de maternidade para o bebê:

- Não se esqueça de tirar etiquetas e alfinetes que possam machucar o bebê.
- Lave as roupinhas previamente, com sabão neutro e sem usar amaciante.
- Você pode separar mudas de roupinhas completas em envelopes, facilitando a hora de trocar o bebê.
- Prefira roupas de tecidos orgânicos ou 100% algodão. Fique atenta aos botões e aberturas, para facilitar as trocas.
- Cheque com o hospital a necessidade de itens específicos.

Itens da mala de maternidade para o bebê:
  • 6 macacões para recém-nascidos
  • 6 calças
  • 6 bodies
  • 1 casaquinho
  • várias meias
  • 1 manta
  • fraldas de tecidos e paninhos de boca

12 de fev. de 2014

Você está grávida de gêmeos?

A alegria de ter mais de um bebê (gêmeos, trigêmeos...) é imensa, assim como os medos e angústias também surgem nesse momento na vida do casal.


Os pais costumam agir como se os gêmeos, principalmente os idênticos, fossem uma pessoa só, colocando roupas iguais, por exemplo. Porém, esta atitude pode promover uma confusão muito grande para eles, inclusive de identidade. “Não se deve tratar um como réplica do outro, mas sim, cada um deles como único”, diz a psicóloga Maria Elizabeth de Pinho Tavares. É necessário, com isso, que os pais sempre procurem perceber as características individuais de cada um para que possam responder a elas, esclarece Maria Elizabeth.

Não respeitar os gêmeos em suas individualidades, de acordo com Maria Elizabeth, pode lhes proporcionar um incômodo que não é banal. “Possibilitar o desenvolvimento da identidade é o principal. Caso não aconteça, no futuro os gêmeos poderão ter dificuldades em terem vida própria ou fazerem escolhas pessoais e profissionais”, conta.

Assim como eles não devem ser olhados como uma só pessoa, comparações assíduas também não devem acontecer. Os gêmeos terão necessidades e vontades distintas, e isso há de ser preservado. Afinal, eles precisam ter identidades próprias e devem saber que um pode ser diferente do outro.

A psicóloga Maria Elizabeth conta que, às vezes, os gêmeos podem ser tão idênticos que é muito difícil até para os pais saberem distingui-los desde o começo. Porém, isso não justifica que eles sejam sempre confundidos a ponto de não serem chamados pelos seus nomes. Isso pode causar problemas de identidade e, por isso, ela indica que desde o momento em que os pais saírem da maternidade, os pequenos passem a ter uma pulserinha ou algum outro objeto que os diferencie. Isso irá facilitar para que a criança aprenda o nome dela e evitará equívocos no dia a dia como alimentar a mesma criança mais de uma vez, por exemplo.

Sobre a questão dos gêmeos ficarem doentes juntos, para Maria Elizabeth, quando um gêmeo pega uma doença contagiosa como a catapora, por exemplo, é comum que o outro também comece a apresentar os sintomas. “Mas por serem doenças que impliquem em um contágio, e não por serem gêmeos”, explica.

Algumas dicas para as mães de primeira viagem:

- A participação do pai é fundamental no processo.
- Organize horários diferentes para cada um na rotina diária.
- Reconheça as suas limitações e planeje o cuidado de forma mais coerente.
- Estímulos e brincadeiras em conjunto são mais divertidos e eficientes.
- Avós e outros familiares ajudam nos primeiros dias. Se for possível, contrate babás.
- Conte com a ajuda de um pediatra escolhido no pré-natal.
- As diferenças existem e devem ser respeitadas. Nem sempre os gêmeos vão apresentar as mesmas aptidões intelectuais ou físicas.
- Apesar de engraçadinho, vestir roupas iguais dificulta na criação da identidade de cada um. Os brinquedos também devem ser diferenciados.
- No início, identifique os bebês com cor de roupa ou tipo de pulseira.
- Na escola, se puder, matricule-os em salas separadas.

5 de fev. de 2014

Cuidados com a intoxicação das crianças em casa

Práticas simples podem evitar a exposição das crianças a substâncias tóxicas dentro de casa.


Confira a seguir uma lista feita por uma Organização de saúde no Canadá com cinco dicas aos pais para que evitem que seus filhos possam se contaminarem com essas substâncias tóxicas.

Poeira:

Aspirar o pó ou passar pano úmido com frequência para eliminar poeira é a primeira recomendação. A poeira da casa tem concentração de chumbo, que mesmo em níveis baixos, pode prejudicar o desenvolvimento no cérebro.

Produtos de Limpeza:

Os pais podem reduzir o grau de exposição da família a produtos químicos tóxicos ao optar por produtos de limpeza mais ecológicos. O bicarbonato de sódio pode ser usado para esfregar banheiras e pias e o vinagre diluído em água funciona bem para limpar janelas, chão e outras superfícies.
Evitar o uso de purificadores de ar e optar por sabão sem perfume para lavar roupa pode reduzir a exposição das crianças a substâncias químicas usadas na fabricação de fragrâncias, associadas, em estudos, a distúrbios nas funções hormonais.

Cuidados em Reformas:

Quando houver reformas em casa, mulheres grávidas e crianças devem ficar longe das áreas afetadas pela obra. Isso evita sua exposição à poeira resultante da reforma, contaminada por substâncias tóxicas, e aos gases tóxicos liberados por tintas, cola e outros produtos.

Cuidados com Plásticos:

Certos plásticos devem ser evitados, especialmente quando se serve ou guarda alimentos. Os pais devem evitar o uso de vasilhas de plástico ou de embalagens plásticas no micro-ondas, mesmo quando a etiqueta diz que o produto é seguro para uso no micro-ondas.
Comer alimentos frescos ou congelados sempre que possível reduz a exposição ao Bisfenol A, presente na maioria das embalagens de comida e bebida. O produto está associado a uma ampla gama de problemas de saúde, entre eles, problemas de desenvolvimento no cérebro e disfunções endócrinas.
Também alerta-se contra produtos feitos de PVC, também conhecido como vinil. Ele contém um tipo de substância química chamada ftalato, que está associada a diversos problemas de saúde, podem ser encontrados em cortinas de banheiro, babadores, capas de chuva e mordedores para bebês.

Peixe Seguro:

Para reduzir a exposição das crianças ao mercúrio, um metal que é tóxico para o cérebro, é aconselhável que sejam escolhidas variedades de peixe que absorvem menos mercúrio, como cavala, truta, arenque, salmão selvagem ou em lata e tilápia.
Se for servir atum, procure as variedades mais leves do que a variedade de atum branco.

25 de jan. de 2014

1 ano do blog Guia Materno

O blog Guia Materno está comemorando um ano e agradece à todos os leitores que acompanham este trabalho.

Parabéns Guia Materno!!!



23 de jan. de 2014

Como lidar com a cena de choro e birra das crianças

A situação do filho esperneando em meio à uma multidão de pessoas é constrangedor e frustrante, pois faz pensar que não foi educado corretamente. Os pais ficam com um sentimento de vergonha pelo escândalo em público, mas o mais importante é manter a calma e lembrar que ser mãe e pai não é fácil.


A raiva infantil é desencadeada por um desejo não atendido. Os bebês já sentem isso quando estão com fome e a mamada não vem, têm mais frio do que gostariam ou o brinquedo não faz tudo que desejam. 

A agressividade pode vir de um modelo que se tem em casa ou de um amiguinho ou priminho que consegue o que quer fazendo escândalo. Contudo, é a partir da reação dos pais à crise de raiva que a criança opta ou não por se comportar assim em situações semelhantes. 

Na hora da crise de raiva, se for possível, os pais devem sair de perto da criança. Assim, eles têm uma chance de respirar fundo, se acalmar e tomar uma decisão mais consciente. Nas situações em que ela não pode ser deixada sozinha, ela deve ser retirada do ambiente. 
E se a crise de raiva colocar em risco a integridade física da criança ou de outra pessoa, é dever dos pais contê-la fisicamente. Mas atenção: isso é diferente de bater!

Apesar de muitas vezes parecerem a mesma coisa, a raiva é diferente da manha. A manha pode vir de cansaço, sono ou fome e deve ser respeitada. O jeito de diferenciá-las é conhecendo os hábitos do seu filho e excluindo cada uma das necessidades fisiológicas, certificando de que a criança está bem alimentada, descansada e confortável.

Pode parecer uma birra sem fundamento, mas, na maioria das vezes, as crises não começam sem motivos. Pode ter sido uma injustiça, uma promessa não cumprida, uma sensação de vergonha ou mal estar. Por isso seja sempre honesto com seu filho.
Crianças querem e precisam de orientação para seguirem seus caminhos. Não ignore simplesmente uma crise de raiva. Entenda por que ela aconteceu, talvez você tenha prometido aquele sorvete, mas ficou com pressa e nem sequer se deu ao trabalho de fazer a criança entender que não deu tempo de comprá-lo.

20 de jan. de 2014

4 receitas deliciosas de papinhas para seu bebê

Vamos conferir a seguir, 4 receitas maravilhosas de papinhas para seu bebê.



Papinha de frango, arroz, ervilha, cenoura e espinafre

Ingredientes:

- 1 colher de sobremesa de óleo vegetal
- 1 colher de chá de cebola picada
- 2 colheres de sopa de frango cortado em cubos pequenos
- 1 colher de sopa de arroz cru lavado
- 1 colher de sopa de ervilha fresca
- ½ cenoura pequena picada em cubos
- 2 colheres de sopa de espinafre picado

Modo de preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola e o frango. Acrescente em seguida o arroz, a ervilha e a cenoura. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte o espinafre e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.

Rendimento: 1 ou 2 porções


Purezinho de chuchu e cenoura

Ingredientes:

- 1 colher de chá de óleo vegetal
- 1 colher de chá de cebola picada
- ½ chuchu pequeno cortado em cubos pequenos
- ½ cenoura pequena cortada em cubos pequenos


Modo de preparo:

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola. Acrescente em seguida o chuchu e a cenoura. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Amasse todos os ingredientes com um garfo.


Rendimento: 1 porção


Papinha de carne, cenoura, espinafre e caldinho de feijão


Ingredientes:

- 100 gramas de cenoura cozida
½ xícara de espinafre
- 1 colher (sobremesa) de azeite de boa qualidade
- 1 colher (sobremesa) de cebola ralada
- 1 colher (sobremesa) de salsinha fresca
- 100 gramas de carne moída
- ½ xícara de caldinho de feijão


Modo de preparo:

Em uma panela aqueça o azeite e refogue a cebola até murchar. Acrescente a carne e refogue por 5 minutos. Junte a cenoura, a salsa, o espinafre e 1 xícara de água. Cozinhe por 20 minutos ou até que os legumes estejam macios. Quando estiver pronto, amasse com o garfo ou passe na peneira. Acrescente o caldinho de feijão e sirva.


Papinha de carne, batata, beterraba e abobrinha


Ingredientes:

- 1 colher (sobremesa) de óleo de girassol
- 1 colher (chá) de cebola picada
- 1 dente de alho picado
- 2 colheres (sopa) de carne desfiada
- 2 batatas pequenas cortadas em cubos médios
- 2 colheres (sopa) de beterraba em cubos médios
- ½ colher (café) de sal


Modo de preparo:

Em uma panela de pressão, cozinhe a carne e depois desfie. Reserve. Em uma panela, aqueça o óleo, refogue a cebola, o alho, a carne desfiada e o sal. Acrescente em seguida a batata e a beterraba. Cubra com água, tampe a panela e cozinhe até todos os ingredientes estiverem bem macios. Amasse tudo com o garfo e sirva.

31 de dez. de 2013

PRÓSPERO ANO NOVO!!!

Que as luzes do Ano Novo brilhem e tragam à todos novos desafios, projetos, conquistas e muito sucesso.

Aproveite as oportunidades, seja feliz, faça de tudo para dar certo, prepara-se para fazer do próximo ano, um ano melhor.

Continue algo que não terminou, comece um sonho que não se realizou. 

Que em 2014 possamos sonhar, e acreditar de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos.




BOAS FESTAS! FELIZ 2014!

24 de dez. de 2013

FELIZ NATAL!!!

Que o espírito natalino traga aos nossos corações a fé inabalável dos que acreditam em um novo tempo de harmonia.

Que o Natal seja a esperança do ano que está por vir, repleto de muitas felicidades e cheio de realizações e que Deus, abençoe e encha de paz nossos corações. 

Desejamos à todos que o Natal seja brilhante de alegria e iluminado de muito amor. 


23 de dez. de 2013

Dicas para seu filho comer frutas e verduras


O segredo para fazer seu filho comer frutas e verduras está na persistência, na criatividade e também envolvê-lo na compra dos alimentos.


Até por volta dos dois anos de idade as crianças não costumam oferecer resistência aos alimentos. Muitas estão até habituadas ao consumo de batatas, cenouras e espinafre, mas em forma de sopa ou papinha. Quando é hora de apresentar estes alimentos em sua forma natural, a criança estranha e até rejeita.

Outro fator que agrava a situação é o contato do pequeno com os alimentos industrializados, principalmente o açúcar e as frituras, o que acabam por gostar mais do que as verduras e frutas.

E a função dos pais é controlar o que entra em casa. Se pães integrais e produtos de hortifruti frescos estão sempre à mesa, as crianças terão menos chances de consumir balas e salgadinhos.

Além disso, existe também o bom exemplo dos pais. Se a criança senta-se à mesa e vê seus pais se alimentando com verduras, legumes e frutas, elas também passarão a comer esses alimentos.

Variar nos cortes, na preparação e na apresentação também pode ajudar. Se a criança não come brócolis refogado, tente fazer bolinho de brócolis ou colocar a verdura no arroz. Muitas crianças podem rejeitar cenoura cortada em rodelas, mas gostar de comê-las em palitinhos. E um prato com uma carinha desenhada com os alimentos é bem mais atraente do que a disposição simples da comida.

Também não perca tempo forçando a criança a aceitar couve-flor se ela já come chuchu, espinafre e batata doce. Seu filho não é obrigado a gostar de todas as verduras e legumes existentes.

20 de dez. de 2013

Qual mamadeira é a certa para seu bebê?


O uso da mamadeira não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e a lista de motivos é enorme: ela pode afetar a arcada dentária, succão, respiração, prejudicar o vínculo da mãe com o bebê, gerar um possível aumento na incidência de candidíase oral e de parasitoses intestinais, entre outros problemas. 

Porém, na prática, muitas mulheres fazem uso da mamadeira porque precisam voltar ao trabalho. Neste caso, é bom saber como escolher bem o produto.

As opções de mamadeiras que existem à venda são inúmeras, mas o mais importante é o tamanho do furo do bico, pois é fundamental que ele seja pequeno, pois se for muito grande, o fluxo do líquido sai muito rápido e o bebê pode se engasgar.

Existem mamadeiras que possuem bicos com três tamanhos de furos, um bem fininho para água, outro médio para o leite, e um maior para possíveis misturas, como leite e frutas. O tamanho do bico deve ser escolhido de acordo com a idade da criança, ou seja, para bebês de zero a seis meses o nº 1 e para bebês de seis meses em diante o nº 2.

É importante ressaltar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o aleitamento materno exclusivo por pelo menos seis meses, exceto quando a mãe esteja impossibilitada de realizar a tarefa, pois o ato do bebê amamentar prepara a musculatura dos lábios, da língua e da bochecha e assim facilitará depois para quando começar a mastigar os alimentos.

Outros itens importantes à serem considerados, é que a mamadeira tenha um bico ortodôntico, pois seu formato permite maior aproximação dos lábios e melhor elevação da língua. Que o bico da mamadeira seja de silicone e não de látex, por ser mais higiênico e também observar que o produto seja testado pelo Inmetro.

A orientação para as mães, é que o uso da mamadeira não deve ultrapassar um ano e meio de idade da criança e após ensinar a usar o copo.