18 de jul. de 2013

O que as crianças entendem nos primeiros meses de vida

As pesquisas mais recentes indicam que, desde muito novas, as crianças têm uma compreensão da realidade mais apurada do que imaginamos. Vamos descobrir do que elas são capazes em cada período.

Até os 3 meses

Desde os primeiros dias, o bebê presta atenção em palavras e mesmo sem compreender o que é dito, em pouco tempo consegue captar o sentido de uma mensagem pelas expressões faciais que a acompanham, e então, estará se comunicando através de sorrisos e olhares quando os pais se aproximam. 
No primeiro mês, o bebê já reconhece as pessoas da família e reage às gracinhas. Entre o segundo e o terceiro mês, desenvolve um tipo de choro para cada situação e está bem consciente da importância da mãe para seu bem-estar. Ao final desse trimestre, ele começa a emitir os primeiros sons.

Dos 4 aos 6 meses


Seu bebê está muito mais observador no início desse trimestre e ensaia as primeiras tentativas de imitar as pessoas ao redor. Ele também expressa melhor as emoções e dá um salto na capacidade de compreensão. 
Com 4 meses, seu filho identifica o próprio nome e entende quando é chamado. E, aos 5 meses, reconhece as vozes das pessoas próximas. É o momento em que ele começa a notar a presença de estranhos e, dependendo do seu temperamento, pode até ficar com medo.
É nessa fase que surge uma compreensão dos sentimentos alheios. Por pura empatia, seu filho pode derramar lágrimas ao ver outro bebê chorando ou tentar consolar, à sua maneira, alguém que esteja triste.

Dos 7 aos 11 meses
Seu filho pronuncia monossílabos, como “mã” e “pá”, reconhece a própria imagem no espelho e compreende o significado de alguns gestos, que tenta repetir, como bater palmas para sinalizar contentamento, balançar a cabeça quando não quer alguma coisa e dar tchau. Ele está antenado em tudo que os pais fazem e tentará copiar as atitudes que presencia. 

De 1 a 2 anos

Eles já têm senso de humor e se divertem com caretas e imitações. Por volta de 1 ano e meio, pronunciam algumas palavras completas e começam a criar frases curtas.
Seu filho também já entende o significado de expressões relativas ao espaço físico, como “em cima” e “embaixo”, além ter algumas noções, por exemplo, saber que caso vire o copinho com o suco, o líquido irá se derramar e poderá molhá-lo. Com uma capacidade de concentração mais apurada, consegue acompanhar histórias curtas.
Prepare-se também para lidar com algumas teimosias. Nessa idade, a criança tem bastante vontade própria e demonstra seus sentimentos com mais força. O segredo é combinar a negativa com possibilidades de escolha. Então, se ele pegou algo que não possa brincar, negocie para que devolva e em troca de um brinquedo.
Quando estiver nervosa na hora de uma bronca, cuidado para não dizer coisas como: “Você só me dá dor de cabeça” ou “ Você só faz isso para me irritar”, pois com o tempo pode abalar a autoestima da criança.

17 de jul. de 2013

10 de jul. de 2013

Futura mamãe! Você sabe o que é pré-eclâmpsia?

A pré-eclâmpsia é uma condição médica onde a hipertensão surge na gravidez. As causas ainda não foram bem estabelecidas, mas parece provável que são substâncias provenientes da placenta que podem causar disfunção nos vasos sanguíneos maternos das mulheres suscetíveis a ter elevação da pressão arterial.


A pré-eclâmpsia ocorre em cerca de 10% das gestações, geralmente no segundo ou terceiro trimestre e após a 32ª semana. Em casos mais raros, para algumas mulheres pode ocorrer a pré-eclâmpsia logo em 20 semanas de gravidez.

É muito mais comum em mulheres que estão grávidas pela primeira vez, e sua frequência cai significativamente na segunda gravidez. 

Ela também é mais comum em mulheres que têm preexistente doenças como hipertensão, diabetes, doenças auto-imunes como lupus, doença renal, com histórico familiar de mulheres obesas, pré-eclâmpsia e com gestação de gêmeos ou trigêmeos e para aquelas que tiveram em uma gravidez anterior.

A pré-eclâmpsia pode também ocorrer no período imediato ao pós-parto, isto é, o momento mais perigoso para a mãe é entre às 24 e 48 horas após o parto, onde deve ser prestada atenção cuidadosamente aos sinais e sintomas.

8 de jul. de 2013

Entenda o que é diabetes gestacional

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Por isso, todas as gestantes devem fazer exames de sangue em jejum a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, para verificar como está a glicose.
Os fatores de risco para ter o diabetes gestacional são:
- Idade materna mais avançada
- Ganho de peso excessivo durante a gestação
- Sobrepeso ou obesidade
- Síndrome dos ovários policísticos
- Filhos anteriores nascidos com mais de 4 kg
- História familiar de diabetes em parentes de 1º grau
- História de diabetes gestacional na mãe da gestante
- Hipertensão arterial sistêmica na gestação
- Gravidez de gêmeos

O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes. 
A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física tem indicação de fazer aplicação de insulina. O uso da insulina é seguro durante a gestação e o objetivo é a normalização da glicose materna.
Em torno de seis semanas após o parto, a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo exame de sangue, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos, para verificar se os níveis de glicose estão normalizados.
O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença de sintomas. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da  ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose .O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar.
Algumas mulheres tem maior risco de desenvolver a doença e devem estar mais atentas.

São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:  Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos, história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional, história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes. A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física tem indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação e o objetivo da terapêutica é a normalização da glicose materna, ou seja, manter níveis antes das refeições menores que 95 mg/dl e 1 hora após as refeições menores que 140 mg/dl. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com  a manutenção de uma alimentação balanceada  e com a prática regular de atividades físicas .
- See more at: http://www.diabetes.org.br/diabetes-gestacional#sthash.FpYjk0Fq.dpufO diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença de sintomas. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da  ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose .O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar.

Algumas mulheres tem maior risco de desenvolver a doença e devem estar mais atentas.


São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:  Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos, história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional, história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos).


O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes. A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.


Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física tem indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação e o objetivo da terapêutica é a normalização da glicose materna, ou seja, manter níveis antes das refeições menores que 95 mg/dl e 1 hora após as refeições menores que 140 mg/dl. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com  a manutenção de uma alimentação balanceada  e com a prática regular de atividades físicas .
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O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença de sintomas. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da  ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose .O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar.
Algumas mulheres tem maior risco de desenvolver a doença e devem estar mais atentas.

São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:  Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos, história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional, história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes. A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física tem indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação e o objetivo da terapêutica é a normalização da glicose materna, ou seja, manter níveis antes das refeições menores que 95 mg/dl e 1 hora após as refeições menores que 140 mg/dl. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com  a manutenção de uma alimentação balanceada  e com a prática regular de atividades físicas .
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5 de jul. de 2013

Gravidez: terceiro trimestre

O bebê começa a acumular gordura e a mamãe sente-se mais pesada. Nos três meses finais, você deve ganhar em torno de 4 quilos. Se manteve um controle adequado de peso ao longo dos nove meses, terminará a gestação com 8 a 12 quilos a mais do que tinha antes de engravidar.
O bebê, já crescido, vai pressionar seus órgãos internos e você terá de suportar uma série de desconfortos típicos dessa fase, como azia, consequência da pressão do útero sobre o estômago.


A falta de ar é causada pela pressão do ventre desenvolvido sobre o diafragma. À noite, procure alívio deitando-se de lado com travesseiros extras até a altura do ombro, o que elevará o tronco.
Com a bexiga também pressionada, você poderá ter perdas involuntárias de pequenas quantidades de urina sempre que tossir, correr, rir ou fizer algum esforço. A melhor prevenção, nesse caso, é urinar com maior frequência.
Fique atenta aos inchaços que atingem principalmente pernas, tornozelos e mãos. Para evitá-los ou amenizá-los, fique descansando pelo menos uma hora, pela manhã e à noite, com as pernas elevadas. Quando associado à elevação da pressão arterial ou do peso, o inchaço indica risco de pré-eclâmpsia, nome que se dá à hipertensão registrada durante a gravidez em mulheres que não tinham histórico de pressão alta. Esse quadro precisa de acompanhamento médico, pois pode trazer complicações, como desaceleração do crescimento do bebê ou descolamento da placenta.
A cãibras são comuns nesse período e podem ser sintoma de falta de cálcio e potássio. Quando for atacada por elas, massageie a parte do corpo afetada e faça alongamento do músculo. Após passar o incômodo, caminhe para estimular a circulação.
No começo do sétimo mês, ele já está bem parecido com o pequeno ser que você verá depois de dar à luz, apenas um pouco mais magro. É a partir de agora que o bebê começará a ganhar gordurinhas, em função da multiplicação das células adiposas.
O sistema nervoso já está concluído e passa a transmitir as mensagens cerebrais por meio de impulsos elétricos.
Por volta do oitavo mês, unhas fininhas crescem nos dedos dos pés e das mãos. Os cabelos têm em torno de 5 centímetros de comprimento e o corpo ainda está coberto por uma camada de vérnix caseosa - uma espécie de manteiga, cuja finalidade é proteger o bebê, e que costuma desprender-se nas semanas que antecedem o nascimento.
O organismo do bebê executa quase todas as funções, apenas fígado e pulmões não estão suficientemente maduros. O fígado ainda não produz algumas enzimas necessárias para eliminar do sangue determinados resíduos, e os alvéolos do pulmão estão preenchidos por uma substância gordurosa chamada surfactante, que os mantêm abertos e prontos para a troca de ar quando a criança nascer.
Ao ingressar no nono mês de gestação, o bebê já terá perdido a maior parte da lanugem - pêlos fininhos que protegiam seu corpo. O vérnix caseosa começa a se desprender, ficando apenas sobras nas dobrinhas da pele. Nessa etapa, uma substância escura - o mecônio - acumula-se nos intestinos do bebê e será eliminada com as primeiras fezes, após o nascimento.
Como o espaço dentro da barriga da mamãe está cada vez mais apertado, o bebê começa a se mexer menos. Mas deve continuar realizando pelo menos dez movimentos por hora. Se isso não acontecer, corra para o médico, pois pode ser indício de sofrimento fetal.
Na reta final ele engorda cerca de 100 gramas por semana e terá, em média, 51 centímetros e 3,4 quilos ao nascer.
Nas últimas semanas de gravidez, o médico verifica o quanto ela "afinou" ou "endureceu". O afinamento é o processo em que o colo do útero, afina e fica mais suave para o parto. Quanto maior o grau de afinação, mais preparada para o parto a mãe está.
A 40ª semana marca, oficialmente, o final da gravidez, mas somente uma porcentagem muito pequena de mulheres realmente têm o bebê no dia correto, a maioria atrasa ou adianta. Se o bebê ainda não nasceu na 41ª ou 42ª semana, o médico provavelmente induz o parto.

4 de jul. de 2013

Gravidez: segundo trimestre

Esta é considerada a melhor fase da gravidez, os desconfortos iniciais diminuem e a barriga ainda não pesa tanto. O bebê já está com os principais órgãos formados, escapou da fase mais crítica para as malformações.
A partir do quarto mês, suas formas vão começar a mudar rapidamente. A cintura engrossa e a barriguinha fica distendida logo abaixo do estômago. Por causa da retenção de líquidos, a parte superior do tronco avoluma-se, assim como braços e rosto. 


Por volta do quinto mês, é provável que seus seios já produzem colostro, substância rala que alimentará seu bebê nos primeiros dias de vida.
O inchaço de pés e pernas se torna mais frequente, pois, ao crescer, a barriga dificulta a circulação nessas áreas do corpo.
Fique atenta às infecções urinária e genital. Os sinais podem ser ardor ao urinar, urina com cor mais escura, dor na parte inferior da barriga. A gestação é uma fase propícia para esse tipo de problema, porque a região da vagina recebe uma quantidade maior de sangue e glicogênio.
O embrião, que terminou o primeiro trimestre do tamanho de uma pêra e com 18 gramas, chegará ao final do sexto mês medindo 33 centímetros e pesando 570 gramas.
No quarto mês, sua pele ainda é tão fina que deixa à vista a rede dos vasos sanguíneos. Seu corpo cobriu-se de pêlos fininhos, despontam as sobrancelhas e os cílios. Os órgãos genitais estão formados. Ele chupa os polegares e, com as juntas dos braços e pernas já completas, mexe-se com vigor, embora as mamães de primeira viagem ainda não consigam perceber. Seu coraçãozinho bate quase duas vezes mais rápido que o da mamãe e lá pela 14ª semana poderá ser ouvido pelo médico com o auxílio de um aparelho especial.
No quinto mês, o bebê já terá cabelos e os dentinhos começam a se desenvolver. Nesse momento, a mãe lhe fornece, por meio do sangue, uma dose de substâncias protetoras que o ajudarão a resistir a possíveis doenças nas primeiras semanas de vida. Com ouvidos atentos, ele reage a ruídos externos e você começará a perceber os seus movimentos intensos. Ele ainda é magrinho ao completar o segundo trimestre, porque não começou a acumular gorduras. Nesse sexto mês, formam-se as glândulas sudoríparas. Ele tosse, soluça e alterna momentos de intensa movimentação com outros de quietude, e também, dorme cerca de 16 a 20 horas diárias.

3 de jul. de 2013

Gravidez: primeiro trimestre

O primeiro trimestre talvez seja o que mais apresenta reações indesejáveis, pois a gestante fica sonolenta, com a sensibilidade à flor da pele, os seios ficam pesados e doloridos e algumas mulheres têm enjoo, náuseas e chegam a vomitar. A maioria desses desconfortos vão embora com o progresso da gravidez, sendo que algumas mulheres não sentem nenhum desconforto.
Enquanto isso, o bebê vai se desenvolvendo em ritmo acelerado e é nesses três meses iniciais que seus principais órgãos se formam e ele deixa de ser um simples embrião para assumir a condição de feto, já com contornos humanos.


Quando o ovo chega ao útero, cujas paredes se tornaram mais espessas para acolhê-lo, cerca de uma semana após a concepção, os filamentos esponjosos de suas células externas fixam-se na mucosa uterina ligando-se, dessa forma, aos vasos sanguíneos da mãe e dando origem à placenta. Assim, fixa-se ao útero e começa a se multiplicar, formando o embrião.
Algumas células do embrião vão formar o cordão umbilical e a membrana que protege o bebê. Outras dividem-se para dar origem ao novo ser. Ao se fixar no útero, o embrião ainda é menor que um grão de arroz. 
O coração começa a pulsar na sexta semana, época em que se delineiam pernas e braços e as células ósseas iniciam seu desenvolvimento. Também estão em formação os ouvidos, nariz e boca.
No início do terceiro mês, o bebê terá, aproximadamente, o tamanho de um morango. Nessa etapa o seu esqueleto vai se definir, a caixa craniana, coluna vertebral, costelas e tíbia, mas o principal progresso é o neurológico. O organismo da criança produz cerca de 5 mil células neuronais por segundo, para consolidar a formação do sistema nervoso.
Com músculos e articulações formados, já curva os dedos dos pés, fecha as mãos, abre e fecha os lábios, faz biquinho, xixi, suga o líquido à sua volta.
Ele termina o primeiro trimestre com todos os seus principais órgãos internos formados (a maioria funcionando). Está mais protegido contra infecções e passa do período de risco para malformações congênitas. Pesa em torno de 18 gramas e mede cerca de 6,5 centímetros de comprimento, o equivalente a uma pêra.

2 de jul. de 2013

A verdade sobre os mitos da alimentação na gravidez

As grávidas costumam ouvir uma infinidade de conselhos de amigos e familiares sobre o que ela pode ou não fazer durante a gestação, principalmente no que diz respeito sobre a alimentação.
Os especialistas orientam que durante o período de gravidez, a mulher deve manter uma alimentação balanceada e rica em nutrientes. O nutrólogo consultor da Netfarma Mohamad Barakat esclarece os principais mitos em relação ao assunto.


- Grávida pode comer por dois: durante a gravidez é normal que ocorra um aumento de apetite, mas isso não quer dizer que a gestante pode dobrar sua alimentação. “Consumir cerca de 300 a 500 calorias a mais por dia já é suficiente”, afirma o nutrólogo. Comer de maneira desenfreada prejudica a saúde da mãe e do bebê, além de aumentar as chances de diabetes gestacional e hipertensão.

- Gestantes não podem consumir adoçantes: segundo o nutrólogo, é permitido consumir com moderação adoçantes como aspartame, frutose, sucralose e stevia . “Eles são mais recomendados para mulheres diabéticas ou que corram risco de desenvolver diabetes durante a gestação”, diz.

- O bebê pode nascer com uma marca parecida com o formato do alimento caso a mãe não sacie sua vontade: os desejos durante a gravidez têm origem nas necessidades do organismo, como o déficit de vitaminas e nutrientes. “Não há nenhuma relação estabelecida pela ciência entre os desejos das grávidas e as marcas físicas nos recém-nascidos”, ressalta Barakat.

- Grávidas não podem tomar chá: os chás não são proibidos para as gestantes, contudo é importante ficar atenta às versões contra indicadas. Segundo Barakat, entre os chás contra-indiciados estão o de canela e os de ervas que contém altas doses de cafeína ou que aceleram o metabolismo, como os chás mate, preto, verde e branco. “Os chás tradicionais como erva-doce e camomila podem ser consumidos porque contêm propriedades calmantes que podem aliviar dores leves. De qualquer forma, a futura mamãe deve consultar o obstetra para se certificar que o consumo não vai prejudicar a gestação.

- Comer canjica ajuda na amamentação: o nutrólogo destaca que o aumento ou diminuição da produção de leite não possui relação com a ingestão de determinados alimentos. “O que aumenta ou diminui o fluxo de leite materno é a sucção regular do bebê, ou seja, quanto mais amamentar, mais leite será produzido”, explica o Dr. Barakat.

10 de jun. de 2013

Como higienizar o cordão umbilical da forma certa

Ele não é só o canal de comunicação entre a mamãe e o bebê, mas também um importante cordão de sobrevivência do feto. O cordão umbilical é responsável por fornecer proteínas, glicose e micronutrientes ao bebê. Além disso, reforça a proteção do feto com inúmeros anticorpos e leva para ele oxigênio, indispensável para sua sobrevivência.


Ao nascer, o obstetra rompe esse canal (que é ligado à placenta da mãe). Nesse momento, o bebê passa a sobreviver sozinho. Mas, ainda por alguns dias, o restinho do cordão umbilical (cerca de 4 cm) fica no umbigo do bebê até que caia sozinho.
O cordão umbilical merece alguns cuidados para evitar que infeccione e cause dor ao bebê. Segundo a obstetra Karina Zulli, limpar o local com algodão e álcool é o processo mais seguro e higiênico, evitando o acúmulo de bactérias e infecções posteriores. “Algumas mães sentem aflição na hora de dar banho no bebê pensando que ao tocar no cordão umbilical ele sente alguma dor ou incômodo. Mas elas podem ficar despreocupadas, pois essa extremidade é desprovida de nervos, por isso a criança não sente nenhuma dor”, afirma ela.
A obstetra também alerta sobre os cuidados na hora da troca da fralda. “É importante e necessário que a mãe, ao fazer a troca da fralda, limpe o cordão umbilical também. E sempre deixe a fralda presa em baixo do umbigo, deixando o local respirar”, explica a médica.
Sempre depois de fazer a higiene do cordão umbilical é importante que a mãe se certifique que o local esteja bem seco. “Quando úmido, pode ocorrer a proliferação de bactérias. Por isso secar bem e deixar o umbigo respirar é importante e fundamental para evitar a aparição de qualquer infecção”, finaliza ela.
Se surgirem manchas avermelhadas ao redor do cordão umbilical é aconselhado levar o bebê ao especialista. Segundo a obstetra, geralmente o o cordão demora de 7 a 15 dias para de desprender da barriguinha do bebê. E, nesse tempo, ele muda de cor, ficando cada dia que passa mais preto. A cor é normal e mostra que está tudo bem com o bebê, e o processo de cicatrização está sendo feito corretamente.

6 de jun. de 2013

Os truques para engravidar será que funcionam?

Quando uma mulher resolve engravidar e encontra alguma dificuldade, o que não faltam são conselhos e dicas para ajudar a acelerar o processo. A ginecologista Elza Almeida, esclarece o que é mito e o que é verdade.


Transar todos os dias no mesmo horário - Se o casal sente prazer de ter essa rotina, tudo bem, mas o período fértil de uma mulher é somente nos dias próximos e no dia da ovulação, ou seja ela pode até transar diariamente, mas somente vai engravidar se ovular. Um dos sinais de que a ovulação está para ocorrer é a presença de um muco vaginal mais abundante, tipo “clara de ovo”. Outra prática antiga é medir a temperatura diariamente antes de se levantar da cama. Quando ocorrer uma elevação de aproximadamente um grau centigrado ocorreu a ovulação. Esses conhecimentos ainda podem ser usados.

Fazer a posição ‘papai-e-mamãe’ com uma almofada para levantar o bumbum - Isso é um mito que se baseia na anatomia da mulher e tem certo fundamento. Quando ela está deitada de barriga para cima, a vagina fica numa posição inclinada em que o fundo vaginal e o colo uterino ficam mais em baixo, formando um “lago seminal”. A almofada sob o bumbum, acentuaria essa inclinação. Depois da transa, os espermatozoides ficam depositados nesse local no fundo da vagina, e sua permanência mais tempo daria mais chance e mais facilidade para entrarem pelo colo uterino e alcançarem as trompas, encontrando o óvulo. Nas trompas é onde ocorre a maior parte das fecundações.

Fazer tabelinha e transar nos dias férteis - Verdade, esse é o canal! Cada mulher tem uma fase mais fértil. O primeiro passo é conhecer o ciclo e fazer um calendário menstrual. O primeiro dia da menstruação é o primeiro dia do ciclo. Marque no calendário e faça isso durante uns três ou quatro meses, anotando de quantos dias é o seu ciclo. O normal é que um ciclo tenha entre 25 e 35 dias. Sabendo quantos dias tem seu ciclo, no dia em que menstruar assinale o dia da próxima menstruação. O dia mais provável da ovulação será o 14o dia, contando para trás. O período fértil gira em torno de três dias antes e três dias depois da ovulação.

Tirar férias, viajar e fugir do estresse - Sim, é verdade. Os hormônios (estrogênio, cortisol e outros) são produzidos por glândulas endócrinas, mas sua produção é controlada por sustâncias estimuladoras de sua secreção, em glândulas ( hipófise e hipotálamo) no cérebro. Assim, o estresse, a alteração no sono, assim como os hábitos alimentares que não observam um equilíbrio entre a ingestão gorduras, carboidratos e proteínas, e o excesso de exercício ou atividades físicas, podem influenciar o ciclo menstrual e alterar, mesmo que transitoriamente, a fertilidade. Um período de férias para descansar, colocar o sono em dia, aproveitar para reformular hábitos e atitudes pode favorecer.

Começar a tomar ácido fólico - Verdade. O acido fólico é uma vitamina do complexo B, a vitamina B9, e está presente em alguns alimentos como espinafre, brócolis, couve manteiga, agrião e outras verduras verdes, amendoim, nozes, grão de bico, fígado de boi e gema de ovo. Não tem qualquer contra indicação, não causa enjoo e nem engorda. E é importante no processo da divisão celular, ou seja, principalmente enquanto o embrião está se formando, prevenindo má formação fetal e outros problemas. O ideal é que toda mulher, antes de engravidar, inicie uma suplementação de acido fólico e se mantenha tomando um comprimido ao dia até a 12a semana de gravidez.

Cuidar do peso - Os quilos a mais podem dificultar uma gravidez. O excesso de tecido gorduroso no corpo facilita o depósito de um tipo de hormônio estrógeno na gordura corporal e, como consequência, pode influenciar o ciclo menstrual e a ovulação regular. O ideal é haver uma orientação alimentar e conscientização da importância de manter-se com um peso adequado à sua altura, aliados ao hábito de exercícios físicos, o que certamente melhorará  sua fertilidade.